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	<title>Porteira Rural</title>
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	<description>Agropecuária</description>
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	<title>Porteira Rural</title>
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		<title>Cupinzeiros em pastagens: o que isso significa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[porteira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 11:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O problema é grande e visível, mas que nem sempre produtores acreditam no prejuízo que os cupins podem causar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os cupins de montículo, responsáveis pala formação do cupinzeiro, pertencentes à espécie&nbsp;<em>Cornitermes cumulans</em>&nbsp;são insetos que comumente infestam as pastagens e estão entre as diversas pragas com importância para as gramíneas forrageiras no Brasil. Trata-se de um grupo de insetos sociais que vivem em ninhos que apresentam uma porção visível na superfície do solo, os chamados cupinzeiros.</p>



<p>A criação de bovinos no Brasil tem como base na alimentação dos animais as gramíneas forrageiras, o que torna as pastagens de grande importância para a produção pecuária. E a presença de cupinzeiros afeta negativamente&nbsp; a produção de forragem.</p>



<p>Alguns autores citam a presença de ninhos de cupins como sinal do processo de degradação em pastagens, com alguns caracterizando os estágios de degradação em inicial e moderado, ao considerar a menor e a maior quantidade de ninhos nas áreas. Esse número tende a aumentar em áreas menos sujeitas à mecanização; portanto, pastagens mais velhas normalmente apresentam infestações mais elevadas, sem necessariamente estar em processo de perda de vigor.</p>



<p>Embora a presença de ninhos de cupins (cupinzeiros) esteja associada à degradação da pastagem ou mesmo a processos como diminuição da fertilidade e, especialmente, aumento da acidez do solo, não é claro se o aparecimento dos ninhos é consequência da degradação ou fenômeno natural induzido pela falta de controle do inseto.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.educapoint.com.br/img/noticia/911" alt=""/></figure>



<p>Pastagem com cupinzeiros vista da Variante Boa Vista-Guaianã km 213 em Indaiatuba (Fonte:&nbsp;Wikimedia Commons)</p>



<p><strong>Biologia</strong></p>



<p>Cada colônia de cupins é dividida em castas, ou seja, grupos de indivíduos com características e funções diferentes. Há o casal real, que é o par fundador da colônia. São indivíduos sexuados, cuja função é apenas reprodutiva. Copulam de tempo em tempo, proporcionando o crescimento da população da colônia. Uma outra casta presente nos cupinzeiros é a dos soldados. São indivíduos estéreis e apresentam cabeças e mandíbulas bastante desenvolvidas. Este grupo tem a função principal de defesa da colônia. Por fim, há o grupo dos operários. Assim como os soldados, são também estéreis. Constituem o grupo mais numeroso e desenvolvem todas as funções de manutenção da colônia.</p>



<p>Os cupinzeiros adultos anualmente liberam um grande número de cupins alados (com asas) que são aptos para a reprodução. São os chamados &#8220;siri-siris&#8221; ou &#8220;aleluias&#8221;. A revoada destes indivíduos geralmente ocorre nos primeiros meses da época chuvosa, logo após fortes chuvas. Após a revoada, machos e fêmeas, aos pares, escavam no solo uma pequena câmara na qual copulam dando origem a uma nova colônia. Com o passar do tempo, à medida que a colônia cresce, constata-se, igualmente, o crescimento desproporcional do abdômen da rainha. Este fenômeno, denominado fisogastria, consiste na expansão dos seus ovários e acúmulo de gordura. Este crescimento resulta no aumento original do inseto em dezenas de vezes, limitando, em parte, a locomoção da rainha que fica restrita a umas poucas câmaras do cupinzeiro. A alimentação da rainha, bem como a retirada de seus ovos, são feitas pelos operários.</p>



<p><strong>Outras espécies</strong></p>



<p>Há outras espécies de cupins, presentes nas pastagens, que também constroem montículos. Algumas são igualmente conhecidas dos produtores, como&nbsp;<em>C. bequaerti</em>, responsável pela construção de cupinzeiros com aberturas tipo chaminés, e&nbsp;<em>Syntermes</em>&nbsp;sp., cuja porção do ninho que aflora à superfície é espalhada, mais baixa e mais mole que os ninhos de Cornitermes. Ocorrem em menor frequência e podem apresentar estrutura de cupinzeiro diferente da do&nbsp;<em>Cornitermes cumulans</em>.</p>



<p>As espécies do gênero&nbsp;<em>Syntermes,</em>&nbsp;apesar de menos frequentes, merecem atenção, uma vez que cortam folhas de gramíneas vivas, à semelhança das formigas cortadeiras.</p>



<p><strong>Prejuízos causados pelos cupins</strong></p>



<p>Os prejuízos causados pelos cupins em pastagens ainda não foram totalmente determinados, sendo considerados por muitos como sendo apenas uma questão de estética. A presença de cupins em um pasto está associado pelos produtores ao abandono de propriedade e é, portanto, responsável pela desvalorização da mesma. Ainda não existe um consenso entre pesquisadores para determinar os prejuízos causados pela área ocupada pelos seus ninhos numa pastagem, necessitando de mais estudos. Porém os prejuízos também podem ser sentidos pela dificuldade nos tratos culturais, por abrigarem animais peçonhentos, além de poderem danificar mourões de cercas, cochos de madeiras, etc.</p>



<p><strong>Controle</strong></p>



<p>O controle destes insetos em pastagens tem sido feito historicamente através da aplicação de inseticidas químicos. Para tanto, há a necessidade de que o produto seja colocado no interior do cupinzeiro. Necessita-se de uma barra de ferro com aproximadamente 80 cm de comprimento e diâmetro de uma polegada, e de uma marreta. Faz-se a perfuração vertical e central do cupinzeiro até que se atinja o que denominamos câmara celulósica.</p>



<p>Externamente, o cupinzeiro é constituído por uma camada de terra cimentada com a saliva dos cupins que adquire uma consistência muito dura, a qual oferece, portanto, resistência à perfuração. No seu interior, o cupinzeiro apresenta uma câmara de formato globular, constituída de camadas horizontais que originam pequenas câmaras e canais feitos com material celulósico friável, portanto, pouco resistente.</p>



<p>Na perfuração do cupinzeiro, percebe-se facilmente que se atingiu a câmara celulósica, uma vez que não se constata mais resistência na penetração da barra de ferro. Isto feito, deve-se colocar o inseticida no interior do cupinzeiro; fazendo-se uso apenas de produtos registrados para esse fim. Alguns produtos testados têm se mostrado eficientes através da termonebulização.</p>



<p>No caso das espécies do gênero&nbsp;<em>Syntermes</em>, onde o cupinzeiro não tem uma câmara celulósica definida e considerando o fato de o mesmo ocupar área às vezes de vários metros quadrados, recomenda-se a aplicação do inseticida através de perfurações feitas em vários pontos do cupinzeiro. Sugere-se uma perfuração por metro quadrado, penetrando a barra de ferro de modo a atravessar a camada de solo exposto, atingindo uns 20 centímetros abaixo do nível do solo. Estes cupins têm sido encontrados em maior número em pastagens de Brachiaria humidicola.</p>



<p>Muitos dos cupinzeiros nas pastagens podem estar abandonados pelos cupins, não tendo nenhum efeito a aplicação de inseticidas. Nesse caso, o controle através de implementos acopláveis à tomada de força do trator, tem sido uma boa alternativa para o controle.</p>



<p>Porém é bom lembrar que pastagens normalmente infestadas por cupins são pastagens mais velhas, degradadas ou em degradação, sendo, portanto passíveis de recuperação, podendo desta maneira receber uma mecanização para preparo de solo e completa destruição dos cupins, dependendo apenas de um diagnóstico de área para avaliar a melhor forma de controle dos cupins e de recuperação desta pastagem.</p>



<p>Fonte: EducaPoint ( <a href="https://www.educapoint.com.br/blog/pastagens-forragens/cupinzeiros-pastagens-o-que-significa/?utm_campaign=newsletter_leads__corte_-_fevereiro&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station">https://www.educapoint.com.br/blog/pastagens-forragens/cupinzeiros-pastagens-o-que-significa/?utm_campaign=newsletter_leads__corte_-_fevereiro&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station</a> ) 12/02/2020<br></p>



<p>Fontes:</p>



<p>

Cupins-de-montículo – 2. Biologia e controle das principais espécies (https://www.beefpoint.com.br/cupins-de-monticulo-2-biologia-e-controle-das-principais-especies-35597/)</p>



<p>CUPIM DE MONTÍCULO EM PASTAGENS (http://old.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/divulga/GCD18.html)</p>



<p>Relação entre a presença de cupinzeiros e a degradação de pastagens, Pesq. agropec. bras., Brasília, v.46, n.12, p.1699-1706, dez. 2011 (http://www.scielo.br/pdf/pab/v46n12/46n12a16.pdf)

</p>
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		<item>
		<title>Escore de fezes: como utilizar para saber se a dieta está funcionando?</title>
		<link>https://porteirarural.com.br/escore-de-fezes-como-utilizar-para-saber-se-a-dieta-esta-funcionando/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[porteira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2020 20:53:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como realizar o escore de fezes e identificar possíveis problemas em sua dieta. (EducaPoint)</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fonte: EducaPoint<br> <br>A composição do leite é reflexo da produção e nutrição da vaca. A síntese de gordura e proteína do leite dependem de diversos fatores, dentre eles a disponibilidade de nutrientes provenientes da dieta e o metabolismo do animal. Porém, mesmo trabalhando com um nutricionista e fazendo formulações de dietas bem precisas, às vezes o resultado não é o esperado.</p>



<p>Isso porque, a formulação de dietas para vacas leiteiras não termina no software, devido justamente à grande complexidade presente no balanceamento de fibras, de carboidratos não fibrosos, acidificação ruminal, entre outras. Existem outros fatores que não estão dentro dessa modelagem feita em programas que dependem do nutricionista e de uma avaliação in loco para fazer as adaptações necessárias na dieta.</p>



<p>Assim, a mesma dieta, com o mesmo nível de produção de leite e teor de sólidos de um rebanho, entre fazendas pode haver variações com maiores incidências de acidose subclínica e outros distúrbios metabólicos digestivos em alguns rebanhos do que em outros, simplesmente porque alguns fatores não foram modelados ou considerados ou porque os animais não comeram o que foi planejado.</p>



<p>Dessa forma, além de trabalhar no computador e fazer a melhor formulação possível, é necessário monitorar a dieta e adaptá-la sempre que necessário. Essa é uma prática baseada em experiência que vai sendo adquirida de rebanho em rebanho.</p>



<p>Uma forma muito simples e bastante utilizada como um primeiro indicador para averiguar se está sendo fornecido o mínimo de fibra e o tamanho adequado e mantendo o nível máximo de inclusão de amido baseado naquela fonte que está sendo utilizada na fazenda é o&nbsp;<strong>escore de fezes.</strong></p>



<p>O escore de fezes varia em classificações de 1 a 5, onde 5 são fezes líquidas (diarreia), com os demais escores sendo as formas intermediárias:</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.educapoint.com.br/img/noticia/864" alt=""/></figure>



<p>Hulsen (2018)</p>



<p>O escore 3 é o aceitável para rebanhos em lactação. Isso porque, nessa fase, não haverá um escore de fezes muito consistentes e, por se estar trabalhando com menos energia e menos amido na dieta.</p>



<p><strong>Como avaliar o escore de fezes?</strong></p>



<p>1) Avaliação geral</p>



<p>Fazer uma avaliação geral no lote como está o escore de fezes.</p>



<p>2) Avaliar a variação</p>



<p>Aqui, avalia-se como está a variação entre indivíduos do mesmo lote. Nesse passo, deve-se tentar entender os processos de seleção, competição e distribuição no espaço de cocho que possa estar levando a diferenças no escore de fezes entre animais do mesmo lote.</p>



<p>3) Avaliar a característica das fezes</p>



<p>Isso é feito através da lavagem de fezes em peneiras.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.educapoint.com.br/img/noticia/865" alt=""/></figure>



<p>Nesse caso, avalia-se algumas características. A primeira delas é a presença de mucina. Sua presença indica descamação do epitélio intestinal relacionada à acidificação, não somente do rúmen. Pode-se observar o aumento da mucina quando há uma redução da digestão do amido no rúmen por, por exemplo, tamanho de moagem muito grosseiro, com esse amido sendo passado em grande quantidade ao intestino grosso, formando uma fermentação intensa no intestino, resultando na descamação de mucina que, muitas vezes, está relacionada à maior presença de amido nas fezes.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.educapoint.com.br/img/noticia/866" alt=""/></figure>



<p>Na lavagem de fezes, é importante observar alguns fatores, como presença de fibras, quais são suas características (partículas maiores, fibras intactas), pois isso pode ser consequência da acidificação ruminal e do aumento da taxa de passagem.</p>



<p>Na foto abaixo, nota-se a presença de caroços inteiros de algodão, indica que há acidificação exacerbada no rúmen , de forma que será necessário reajustar a dieta ou acertar algum fator de manejo que possa estar impedindo que a dieta funcione corretamente.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.educapoint.com.br/img/noticia/867" alt=""/></figure>



<p><br>Fonte: EducaPoint ( <a href="https://www.educapoint.com.br/blog/pecuaria-leite/escore-de-fezes-dieta-funcionando/?utm_campaign=newsletter_leads__leite_-_fevereiro&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station">https://www.educapoint.com.br/blog/pecuaria-leite/escore-de-fezes-dieta-funcionando/?utm_campaign=newsletter_leads__leite_-_fevereiro&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station</a>) 11/02/2020</p>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: Como o melhoramento genético pode contribuir para o avanço da pecuária?</title>
		<link>https://porteirarural.com.br/entrevista-como-o-melhoramento-genetico-pode-contribuir-para-o-avanco-da-pecuaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[porteira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2019 11:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[melhoramento genético]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrevista com o Professor José Fernando Garcia da UNESP, sobre a importancia do melhoramento genético na pecuária nacional.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">ENTREVISTA: Como o melhoramento genético pode contribuir para o avanço da pecuária?</h2>



<p><strong>JOSÉ FERNANDO GARCIA</strong> Professor e coordenador do Laboratório de Bioquímica e Biologia Molecular Animal da UNESP.</p>



<p><strong>Pergunta:</strong> <em>O senhor poderia nos falar um pouco sobre o que foi abordado em sua palestra em nosso Encontro? Qual a sua opinião sobre a importância do Encontro dos Encontros da Scot Consultoria para a pecuária nacional?</em><br /><strong>José Fernando:</strong> Em minha palestra abordei sobre a importância da genômica, que é um tema muito falado hoje, porém, pouco entendido. Mostrei três exemplos de aplicação da genômica, o primeiro na organização de uma raça, por exemplo. Em uma associação de raça usa-se a genômica para atividades como controle de paternidade, registro genealógico, seleção genômica, identificação de marcadores causais positivos e negativos, análise de endogamia e até certificação de produto. Isso tudo é possível graças aos testes genômicos, que atualmente são muito informativos e muito baratos. O segundo exemplo mencionado foi sobre a importância de colher informação, pois, a partir disto, é possível criar o que chamamos de “big data”. Esses dados associados à genômica, podem ir mais a fundo nos genes, marcas, mutações, o que agrega na seleção, visando um animal ideal. A terceira aplicação é a edição gênica, que seria a cereja do bolo. Uma vez que as mutações são conhecidas, conseguimos obter um melhoramento associado à metodologia de edição gênica, resultando na tecnologia que chamamos de melhoramento de precisão. Um evento como o Encontro dos Encontros da Scot Consultoria, que traz pessoas que decidem, que estão com a mão na produção, que são grandes, influentes, cientistas, técnicos e põe todos em uma sala para debater é interessantíssimo, na minha opinião é de grande valia. Presenciei palestras que consolidaram informações boas e que olham para o futuro. Particularmente, uma reunião das raças, mostrando que todas elas estão entrelaçadas, inclusive na<br />genômica.</p>
<p><strong>Pergunta:</strong> <em>O pecuarista hoje já reconhece a genômica como um caminho sem volta?</em><br /><span style="font-size: inherit;"><strong>José Fernando:</strong> Hoje temos dois tipos de pecuaristas: aquele que faz genética e aquele que usa a genética. O que faz a genética, ele a utiliza, porém, está tentando entender seu funcionamento, e ainda estamos nessa fase. O que usa de fato a genética, ele a utiliza através do sêmen, da novilha de reposição, ou mesmo selecionando seu rebanho. Assim, ela é forte no primeiro grupo e está começando a aparecer no segundo grupo.</span></p>
<p><strong>Pergunta:</strong> <em>De que forma o melhoramento genético pode contribuir para o avanço da pecuária?</em><br /><strong>José Fernando:</strong> Se fazemos uma pecuária commoditie hoje, que não possui classificação de carcaça, com remuneração de qualidade ou não, de qualquer forma o produtor ganhará dinheiro. A pecuária de corte, na minha visão, dentre todas as atividades do agronegócio, está como uma das últimas, não em termos de adoção de tecnologia, mas de profissionalismo, contabilidade e gestão do negócio porque é uma atividade lucrativa quando feita em grandes extensões. A partir do momento em que o pecuarista se tecnifica, ele valoriza seu produto. No evento falamos sobre o aumento da valorização da carne como produto nobre, etc.. Você passa a ter o melhoramento genético como a única forma de melhorar a situação. A pecuária de corte brasileira, melhorou no quesito nutricional, sanitário e reprodutivo. Hoje o produtor faz FIV (fertilização in vitro) em grande quantidade e IATF (inseminação artificial em tempo fixo) aos milhões, reforma o pasto (o que até vinte anos atrás não era feito), suplementa as vacas, utiliza o creep-feeding, vacinas, etc. Se está tudo ótimo e a produção continua ruim, como podemos melhorar a produtividade? É nesse momento que entra o melhoramento genético, ou fazendo, ou usando o que é feito. </p>
<p><strong>Pergunta:</strong> <em>O senhor poderia nos falar como é realizada a implantação da genômica na fazenda?</em><br /><strong>José Fernando:</strong> Hoje a genômica é baseada em um teste laboratorial feito a partir da coleta do pelo do animal. Esse teste determinará 50.000 marcadores e servirá para determinar paternidade e organizar registros genealógicos. Com isto, será importante para associações de raças, melhora das DEPs (Diferença Esperada na Progênie), que são cálculos matemáticos que permitem o uso do melhoramento, fazendo com que tenha mais precisão. Permite também a investigação de novos marcadores, de novos genes que precisamos para o departamento de pesquisa e desenvolvimento. Assim, usamos e analisamos o que já existe para calcular a endogamia de uma população. Existe uma gama de aplicações e isso tudo é feito com um único teste, realizado uma vez na vida do animal. Ele é guardado e utilizado para múltiplas aplicações com uma simples amostra de pelo, que vai de melhoramento genético à certificação do produto ou de animais.</p>



<p>Fonte: Scot Consultoria www.scotconsultoria.com.br</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Puxado por pecuária, PIB do agro brasileiro avança</title>
		<link>https://porteirarural.com.br/puxado-por-pecuaria-pib-do-agro-brasileiro-avanca-053-no-1o-semestre-diz-cepea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[porteira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2019 19:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O PIB do agronegócio brasileiro avançou 0,53% no primeiro semestre de 2019 em comparação anual, impulsionado...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Puxado por pecuária, PIB do agro brasileiro avança 0,53% no 1º semestre, diz Cepea </h2>



<p>SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O&nbsp;PIB&nbsp;do agronegócio brasileiro avançou 0,53% no primeiro semestre de 2019 em comparação anual, impulsionado especialmente pelos resultados da pecuária, informou nesta quinta-feira o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), que realiza o estudo em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).</p>



<p>O setor de carne do Brasil foi estimulado em 2019 em parte pelo surto de peste suína africana na China, que contribuiu para o avanço dos preços e elevou a procura chinesa por proteínas provenientes de outros países.&nbsp;</p>



<p>&#8220;O principal impulso à renda do ramo pecuário tem sido o aumento dos preços, que, por sua vez, reflete sobretudo a demanda internacional mais aquecida pelos produtos pecuários brasileiros&#8221;, disse o órgão da Esalq/USP em comunicado.</p>



<p>Ao lado dos avanços em insumos (+7,26%), agroindústria (+1,26%) e serviços (+0,65%), os ganhos agropecuários compensaram uma queda de 2,04% acumulada pelo setor primário no período, pressionado pelo recuo de 7,71% do ramo agrícola.</p>



<p>&#8220;A redução no segmento primário da agricultura decorre de preços em queda combinados a maiores custos de produção, o que tem pressionado a renda&#8221;, disseram os pesquisadores do Cepea.<br><br>O resultado positivo nos seis primeiros meses de 2019 também ofusca a baixa de 0,8% registrada pelo&nbsp;PIB&nbsp;do agronegócio em junho, ainda segundo dados do Cepea. </p>



<p>SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O&nbsp;PIB&nbsp;do agronegócio brasileiro avançou 0,53% no primeiro semestre de 2019 em comparação anual, impulsionado especialmente pelos resultados da pecuária, informou nesta quinta-feira o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), que realiza o estudo em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).</p>



<p>O setor de carne do Brasil foi estimulado em 2019 em parte pelo surto de peste suína africana na China, que contribuiu para o avanço dos preços e elevou a procura chinesa por proteínas provenientes de outros países. [nL2N25H0KF]</p>



<p>&#8220;O principal impulso à renda do ramo pecuário tem sido o aumento dos preços, que, por sua vez, reflete sobretudo a demanda internacional mais aquecida pelos produtos pecuários brasileiros&#8221;, disse o órgão da Esalq/USP em comunicado.</p>



<p>Ao lado dos avanços em insumos (+7,26%), agroindústria (+1,26%) e serviços (+0,65%), os ganhos agropecuários compensaram uma queda de 2,04% acumulada pelo setor primário no período, pressionado pelo recuo de 7,71% do ramo agrícola.</p>



<p>&#8220;A redução no segmento primário da agricultura decorre de preços em queda combinados a maiores custos de produção, o que tem pressionado a renda&#8221;, disseram os pesquisadores do Cepea.<ins></ins></p>



<p>O resultado positivo nos seis primeiros meses de 2019 também ofusca a baixa de 0,8% registrada pelo&nbsp;PIB&nbsp;do agronegócio em junho, ainda segundo dados do Cepea.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recuou em junho mas aumentou no acumulado do semestre. Veja os detalhes no relatório do Cepea:</h4>



<p>O PIB do Agronegócio brasileiro recuou 0,8% em junho de 2019, de acordo com cálculos realizados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) e com a Fealq (Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz)*.&nbsp;</p>



<p>No acumulado do primeiro semestre de 2019, no entanto, o resultado manteve-se positivo, com crescimento de 0,53%. Segundo pesquisadores do Cepea, essa elevação na primeira metade do ano esteve atrelada aos resultados do ramo pecuário, que obteve crescimentos importantes no segmento primário e nos elos industriais (antes e depois da “porteira”) e, como reflexo, nos agrosserviços. O principal impulso à renda do ramo pecuário tem sido o aumento dos preços, que, por sua vez, reflete sobretudo a demanda internacional mais aquecida pelos produtos pecuários brasileiros.</p>



<p>INSUMOS –&nbsp;O segmento de insumos segue se destacando, tendo em vista que encerrou o primeiro semestre registrando expressiva alta de 7,26%. Pesquisadores do Cepea destacam que esse resultado se deve aos crescimentos observados nos ramos agrícola (de expressivos 9,08%) e pecuário (de 3,32%), que, por sua vez, têm sido influenciados positivamente ao longo de 2019 sobretudo pelos bons resultados nas indústrias de fertilizantes e defensivos.</p>



<p>PRIMÁRIO –&nbsp;Diferentemente dos demais segmentos, o primário foi o único que apresentou decréscimo no acumulado parcial do ano, de 2,04%. De acordo com pesquisadores do Cepea, essa retração está relacionada ao ramo agrícola, que apresenta queda de 7,71% no acumulado do semestre, tendo em vista que o pecuário, favorecido por maiores preços e produção, avançou 10%. A redução no segmento primário da agricultura decorre de preços em queda combinados a maiores custos de produção, o que tem pressionado a renda.</p>



<p>AGROINDÚSTRIA –&nbsp;No acumulado do primeiro semestre, tanto a agroindústria agrícola quanto a pecuária mantiveram crescimentos, devido aos maiores preços e produção. Diante disso, o segmento agroindustrial como um todo apresentou alta de 1,26% na primeira metade do ano.</p>



<p>SERVIÇOS –&nbsp;O resultado positivo observado para o segmento de serviços no primeiro semestre, de 0,65%, se deve especialmente ao efeito do bom ritmo de exportações brasileiras sobre os preços pecuários e sobre a demanda por serviços necessários para que esses embarques ocorram.</p>



<h4 class="wp-block-heading"> NÚMERO DE TRABALHADORES NO AGRONEGÓCIO CRESCEU NO SEGUNDO TRIMESTRE </h4>



<p>O número de pessoas ocupadas (PO) no agronegócio brasileiro somou 18,37 milhões no segundo trimestre deste ano, 1,64% a mais que no trimestre anterior, de acordo com pesquisas realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a Fealq (Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz)*.&nbsp;</p>



<p>Considerando-se o contingente de ocupados no País como um todo, o crescimento nesse mesmo período foi semelhante, de 1,61%. Dessa forma, a participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro foi de 19,68% no segundo trimestre de 2019, praticamente a mesma taxa verificada no trimestre anterior.&nbsp;</p>



<p>A sustentação no número de pessoas ocupadas no agronegócio no segundo trimestre de 2019 em relação aos três meses anteriores está atrelada aos crescimentos nas populações atuantes nos segmentos de insumos, primário e agroindústria, de 2,65%, 2,48% e 2,00%, respectivamente. Dentro do segmento de insumos, especificamente, a maior elevação em termos de ocupações foi verificada nas atividades de produção de fertilizantes e defensivos (13,07%).</p>



<p>PERFIL –&nbsp;Pesquisadores do Cepea indicam que seguem sendo observados movimentos de aumento no nível de informalidade dos empregos, de melhora no nível médio de qualificação da população ocupada e também de elevação na participação feminina no setor.&nbsp;</p>



<p>Quanto ao perfil dos ocupados em relação às posições e categorias de emprego, na comparação entre o segundo trimestre de 2019 e o mesmo período de 2018, foram observados crescimentos nos números de trabalhadores atuando por conta própria (5,19%) e de empregados sem carteira de trabalho assinada (1,66%). Considerando-se o mercado de trabalho total do Brasil, entre o primeiro e o segundo trimestre, o número de empregados com carteira assinada no setor privado aumentou 0,9% e o de empregos sem carteira, 3,38%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">BOI: INDICADOR SOBE E ATINGE RECORDE NOMINAL NA SÉRIE DO CEPEA </h4>



<p>Na terça-feira, 17, o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 fechou em R$ 160,40, o maior valor diário, em termos nominais, da série divulgada pelo Cepea, iniciada em 1994. Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do animal está atrelada ao bom ritmo das exportações, que tem elevado a demanda de frigoríficos por novos lotes. Além disso, a oferta de animais prontos para abate está relativamente baixa, impulsionando as cotações da arroba.</p>



<p>Apesar do recorde nominal registrado na terça-feira, em termos reais (considerando-se os efeitos da inflação), o fechamento diário atual ainda é bastante inferior à média mensal de abril de 2015, de R$ 189,89 (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI).</p>



<p>Já nessa quarta, 18, o Indicador recuou, fechando a R$ 157,90, estável frente à quarta anterior, 11.</p>



<p class="has-small-font-size">

Fonte: Cepea –&nbsp;<a href="http://www.cepea.esalq.usp.br/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">www.cepea.esalq.usp.br</a></p>
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		<pubDate>Thu, 16 Mar 2017 12:20:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Capital Nacional do Leite]]></category>
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<h2>Municípios Campeões de Leite</h2>
<p>Castro, no Paraná, continua como o grande destaque na produção de Leite, com 227 milhões de litros/ano e uma produtividade de 7.510 litros/vaca/ano, semelhante a Holanda e Alemanha.<br><br>A produção brasileira de leite, estimada pelo IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, foi de 32,304 bilhões de litros em 2012. Apesar de ser produzido em todo o território nacional, há uma concentração de áreas mais produtivas nas regiões Sudeste e Sul, com volume aproximado de 22,3 bilhões de litros, que representa 70% do volume total. Na figura 1 observam-se as microrregiões destacadas de acordo com a densidade de produção, que foi calculada como sendo o volume de leite por área. A região Sul possui as microrregiões mais expressivas, com volume acima de 45 mil litros/km2/ano. Os Estados de Minas Gerais e Goiás abrigam as áreas de mediana densidade, entre 15 e 45 mil litros/km2/ano. O restante do País, onde não se observam definidas as microrregiões, possui densidade baixa, isto é, inferior a 15 mil litros/km2/ano.<br><br>Município x densidade – Considerando o volume de leite agregado por município e classificando cada um por densidade de produção, litros/km2/ano, tem-se que em 93% deles a produção é inferior a 50 mil litros/ano. Apenas 7% dos municípios brasileiros apresentam volume de leite por área superior a 50 mil litros/ano, que totalizaram 367 municípios, e que neles foram produzidos 7,9 bilhões de litros de leite, que representaram 24% da produção nacional (tabela 1). Municípios com densidade de 100 mil a 150 mil litros/km2/ano produziram 1,48 bilhão de litros e estão localizados em Santa Catarina (48%), no Rio Grande do Sul (38%), no Paraná (10%), dois em Minas Gerais e um em São Paulo.<br><br>Os 15 municípios campeões em produção de leite por área estão listados na tabela 2, pela qual se observa que nove deles estão localizados em Santa Catarina, cinco no Rio Grande do Sul e um no Estado do Paraná. Westfalia, no Rio Grande do Sul, e Coronel Freitas, em Santa Catarina, produziram volumes superiores a 250 mil litros por km2 (tabela 2). Oito municípios possuíam densidades entre 200 e 250 mil litros/km2/ano, que também estão localizados no Rio Grande do Sul: Casca, Boa Vista do Buricá e Estrela e, em Santa Catarina, São João do Oeste, Anchieta, Cunhataí, Palmitos e São Carlos.<br><br>Entre os municípios campeões em densidade de produção, em Carambeí-PR a produtividade média por vaca ordenhada foi de 5.891 litros/ano, seguido por Casca-RS (5.400 litros) e Boa Vista do Buricá-RS (5.105 litros), que são produtividades muito superiores à média nacional, de 1.480 litros/vaca ordenhada/ano. Os municípios de Estrela, Westfalia e Teutônia apresentaram produção entre 4.444 litros e 4.929 litros/ano.&nbsp;<br><br>Município x volume – Considerando o volume total de leite por município, independentemente do tamanho deles, e classificando-os por quantidade produzida, encontramos uma mudança de região, onde 47% deles estão em Minas Gerais, 27% em Goiás, 20% no Paraná e apenas um município em Santa Catarina e nenhum, entre os quinze, do Rio Grande do Sul (tabela 3).<br>Castro, no Paraná, é o grande campeão em produção de leite, com 227 milhões de litros/ano e com uma produtividade média de 7.510 litros/vaca/ano, que é semelhante a Holanda (7.500 litros/ano) e Alemanha (7.200 litros/ano), países importantes no cenário mundial de leite.<br><br>O segundo maior produtor de leite, Patos de Minas, em Minas Gerais, produziu, em 2012, 150 milhões de litros e a produtividade animal de 2.685 litros/vaca ordenhada/ano, que foi um valor alto quando comparado com a média nacional, porém muito abaixo do de Castro.O município de Prata, também em Minas Gerais, está entre os grandes produtores de leite, porém a média de 1.148 litros por vaca ordenhada é inferior à média nacional, indicando a forte presença de sistemas sem especialização na atividade ou de duplo propósito.&nbsp;<br><br>Para que o País se torne um importante player no setor e atenda à demanda interna de produtos lácteos é necessária a melhoria de vários fatores, e um deles, como mencionado no artigo anterior, é a produtividade do rebanho, que reflete a especialização dos sistemas de produção de leite, seguindo o exemplo dos municípios campeões no leite, sejam eles por alta densidade ou por volume de produção.<br><br><br>Rosangela Zoccal é pesquisadora da Embrapa Gado de Leite, de Juiz de Fora-MG<br>rosangela.zoccal@embrapa.br</p>
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		<title>Not roasted accomodations</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Mar 2017 12:19:33 +0000</pubDate>
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		<pubDate>Thu, 16 Mar 2017 12:19:33 +0000</pubDate>
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<p>Ne mei numquam theophrastus, ei dolor exerci consectetuer sea, homero tamquam accusam te nam. Ut sed tota semper nusquam, ad mea graeci forensibus, cu tamquam sensibus vis. Eruditi delicata et usu. Pro movet omnes debitis at. Liber invenire praesent ius ex.</p>
<blockquote><p>Ne duo laudem complectitur, et dicta scripserit his. Cu maiorum scriptorem sea, sea graecis temporibus ut. Regione reprehendunt an ius.</p></blockquote>
<p>Ne mei numquam theophrastus, ei dolor exerci consectetuer sea, homero tamquam accusam te nam. Ut sed tota semper nusquam, ad mea graeci forensibus,<span style="color: #ff6600;"><strong> cu tamquam sensibus vis</strong></span>. Eruditi delicata et usu. Pro movet omnes debitis at. <del>Liber invenire praesent ius ex.</del></p>
<h2><strong>About the theme</strong></h2>
<p><strong>Ne duo laudem complectitur, et dicta scripserit his. Cu maiorum scriptorem sea, sea graecis temporibus ut. Regione reprehendunt an ius. At vis dolorum facilisi, ne vim munere doctus liberavisse, sed oratio integre dissentiunt in. Est option oportere indoctum et, id tollit probatus sit. Qui case probatus cu.</strong></p>
<p>Ne mei numquam theophrastus, ei dolor exerci consectetuer sea, homero tamquam accusam te nam. Ut sed tota semper nusquam, ad mea graeci forensibus, cu tamquam sensibus vis. Eruditi delicata et usu. Pro movet omnes debitis at. Liber invenire praesent ius ex.</p>
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